#FicaDica VOTENAWEB

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Aproveitando o gancho do post anterior, você conhece o site VOTENAWEB? Não? Então, aqui #FicaDica pra gastar seu tempo com algo que realmente vale a pena na web e melhor de tudo: é sobre o nosso país... Esse mesmo da Copa, das Olimpíadas, do Carnaval, #sqn

Sobre o site: www.votenaweb.com.br



O que é?
O Votenaweb é um site de engajamento cívico apartidário que apresenta, de forma simples e resumida, os projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional. Qualquer pessoa pode votar contra ou a favor das propostas e dar a sua opinião. O site fica encarregado de levar ao Congresso os resultados dessa participação popular.

Objetivos:
O objetivo do Votenaweb é aumentar a politização da sociedade, oferecer uma maneira fácil de acompanhar, votar e debater sobre o trabalho dos políticos, e criar um ambiente favorável ao diálogo entre parlamentares e cidadãos.

Missão:
A missão do Votenaweb é fortalecer a democracia no mundo.

Como participar:
Para participar do Votenaweb basta efetuar seu registro no site e começar a votar. Você pode votar e comentar em quantos projetos de lei quiser, além de visualizar os mapas de votação; ler a íntegra das propostas; enviar mensagens diretas aos parlamentares; e conferir o seu grau de afinidade com políticos e partidos.

Quem está envolvido?
O Votenaweb é um projeto desenvolvido pela empresa Webcitizen, que desenvolve tecnologias para ampliar o engajamento cívico, trazendo mais abertura, transparência e democracia para a administração pública, promovendo um diálogo público colaborativo, um senso de comunidade acessível e significativo.

Recomendação pessoal: O site é MARA! Penso que nós, cidadãos, só temos a ganhar por conhecer melhor o que acontece em nosso país. Nesse site, não só ficamos cientes dos projetos de leis que estão para ser aprovados, mas também quem foram os políticos responsáveis pelo seu desenvolvimento e a opinião popular sobre tudo isso.

Confiram!!!


Kênia Siqueira

Marco Civil da Internet


Ao alcançar a sua maior idade, ou seja, com pouco mais de 18 anos no Brasil, a internet até hoje não tem qualquer regulamentação. Não que isso nos cause tantos problemas, mas em um país tão grande e “acessante” como o nosso, o uso das informações da web, dados pessoais coletados em redes sociais e em outros sites, é feito livremente por aí, sem qualquer penalidade ou garantia de privacidade. 
Computadores, tablets, smartphones, tvs... Hoje em dia tudo nos conecta a outras pessoas através da rede mundial de computadores. Lá, trocamos informações, fazemos compras, assistimos vídeos, filmes e entramos em contato com geral. Tudo isso, sem que ninguém fique no nosso pé, afinal de contas, a liberdade de expressão já foi conquistada há tempos e ninguém tem nada haver com a nossa vida, correto? Não. Errado!
Como se o governo não tivesse assuntos mais urgentes a tratar (como pessoas morrendo nas filas dos hospitais medíocres, pais de família rudemente assassinados devido à falta de segurança, crianças sem expectativa de futuro graças a péssima qualidade das escolas), simplesmente decidiu se preocupar com a falta de regulamentação do mundo virtual. Eu até concordo que muitas coisas precisam sim de leis que tornem esse novo ambiente em que vivemos paralelamente, mais saudáveis e seguros, mas, o que o governo propôs ao Legislativo não foi só positivo, penso eu aqui com os meus botões. A aprovação do Marco Civil da Internet ocorrido na data de ontem, dia 25/03/2014, pela Câmara, revela um Projeto de Lei que estabelecerá princípios, garantias, direitos e deveres para utilizar a Internet no Brasil. São eles:

O uso da internet no Brasil terá os seguintes fundamentos: 
- O reconhecimento da escala mundial da rede; 
- Os direitos humanos e o exercício da cidadania em meios digitais; 
- A pluralidade e a diversidade; 
- A abertura e a colaboração; 
- A livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor. 

O uso da internet terá os seguintes princípios: 
- Garantia da liberdade de expressão; 
- Proteção da privacidade; 
- Proteção aos dados pessoais; 
- Preservação e garantia da neutralidade da rede; 
- Preservação da estabilidade, segurança e funcionalidade da rede;
- Responsabilização dos agentes de acordo com suas atividades; 
- Preservação da natureza participativa da rede. 

A disciplina do uso da Internet no Brasil tem os seguintes objetivos: 
- Promover o direito de acesso à Internet a todos os cidadãos; 
- Promover o acesso à informação, ao conhecimento; 
- Promover a inovação; 
- Promover a adesão a padrões tecnológicos abertos. 

Será garantido aos usuários os seguintes direitos: 
- A inviolabilidade e o sigilo de suas comunicações pela internet, salvo quando houver ordem judicial; 
- A não suspensão da conexão à Internet, salvo por débito diretamente decorrente de sua utilização; 
- A manutenção da qualidade contratada da conexão à Internet; 
- A informações claras e completas dos contratos de prestação de serviços; 
- Não fornecimento a terceiros de seus registros de conexão e de acesso a aplicações de internet.

Resumindo a coisa: há quem veja o lado positivo em tudo isso, e é claro que há, esse é o motivo de tanta confusão. Mas subliminar a esses pontos tão positivos, principalmente no que diz respeito aos serviços que as operadoras de internet oferecem em nosso país que passarão a agir com mais respeito e responsabilidade, passaria a vigorar também o risco de que esse Marco Civil engula a nossa liberdade enquanto cidadãos. Nós (e nosso acesso – até então livre – à internet) teremos de ser convenientes para o governo, tipo década de 70, quando a “censura” analisava o conteúdo dos textos, artigos, músicas, obras em geral para, decidir se concedia ou não a permissão de sua veiculação.

Sei lá, ainda não compreendi direito tuuudo isso, mas como sigo os movimentos sérios do twitter há mais de 4 anos, segundo publicam por lá, a internet é como uma nação de bilhões de habitantes, o Marco quer ser uma espécie de Constituição desse país.

Opiniões da população sobre o Projeto de Lei. (Site VOTENAWEB)


Se desejar, leia com atenção o projeto de lei completa sobre o Marco Civil da Internet e tire suas próprias conclusões.
Clique no arquivo:

 Projeto de Lei - Marco Civil da Internet

O que é SEO?

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SEO significa Search Engine Optimization. Em português bem “dizido” a sigla é conhecida como Otimização de Sites e/ou Otimização para Buscas.
O SEO faz com que os sites sejam melhor compreendidos pelas ferramentas de busca como os do Google. Na verdade, SEO é uma técnica para melhorar o posicionamento de um site em uma página de resultados da busca. Por exemplo, quando se pesquisa no Google por “Kênia Siqueira”, o primeiro resultado é o meu website www.keniasiqueira.com.br, em seguida vem o facebook, e por aí vai...
De acordo com o que pesquisei, o SEO surgiu com a nova geração de sites de busca. Antes disso, a organização dos links em uma página de resultados era por ordem alfabética por conta dos diretórios da web. Isso deveria ser terrível para empresas que começassem com as letras “T”, “V”, “S”, etc. Ainda bem que inventaram o SEO, porque nessas novas ferramentas de busca, o posicionamento passou a depender apenas da relevância da empresa e não de seu nome (literalmente falando). 
Depois de pesquisar mais um pouco, descobri também que essa relevância é definida e composta por algoritmos, ou seja, cálculos que servem para definir o quanto a página é importante. Um dos mais conhecidos algoritmos de busca é o Google PageRank* (explicação abaixo).
Uma boa dica para posicionar melhor uma página ou site nos resultado de buscas do Google é desenvolver sua estrutura com muito bom senso e criatividade, com layout clean, leve, porém muito objetivo. O SEO também depende de uma palavra-chave, é claro, aquela palavrinha ou expressão que utilizamos no campo de buscas.
Existentes alguns outros fatores que interferem nesse resultado de buscas, como por exemplo:
- URL’s claras, curtas e diretas;
- Utilização dos padrões da web;
- Títulos das página concisos;
- Boa utilização das tags (marcações);
- Excelência na execução do HTML (linguagem utilizada para construir as páginas daweb);
- Apontamento de links para o site.

Baseando-se nesses quesitos entre outros, o Google utiliza um sistema de pontuação de 0 a 10 (olha o PageRank aí novamente) para avaliar a relevância do website.
Resumindo, SEO é o trabalho de otimizar um site na internet transformando-o em uma página mais “amigável”, acessível e relevante nos resultados de buscas. O objetivo dessa técnica é melhorar o posicionamento de uma página na web, especialmente nos mecanismos de busca do Google, aumentando a probabilidade de crescimento do número de acessos.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS E IMPORTANTES:


> 89% dos usuários da internet não buscam além da segunda página dos resultados de busca do Google.

> 72% das pessoas clicam nos primeiros 3 (três) resultados  da busca.

PageRank™ é um algoritmo utilizado pela ferramenta de busca Google para posicionar websites entre os resultados de suas buscas. O PageRank mede a importância de uma página contabilizando a quantidade e qualidade de links apontando para ela. Não é o único algoritmo utilizado pelo Google para classificar páginas da internet, mas é o primeiro utilizado pela companhia e o mais conhecido. (Wikipedia)

Kênia Siqueira

O que é BITCOIN?

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“Coin” em inglês significa moeda e o termo “bit” é usado comumente para indicar algo relativo à computadores. Pensando dessa maneira, Bitcoin não é uma “forma de pagamento”, mas sim uma moeda virtual. Ela é empregada como o real, o dólar americano, o yuan, o peso. Ou seja, Bitcoin é aquilo que chamamos de dinheiro.
  
Bitcoin é considerada uma criptomoeda. Criptomoeda é um instrumento de troca, ao portador (que não identifica o dono) criado com base em criptografia digital. A criação e transferência é baseada em protocolos, código aberto de criptografia que é independente de qualquer autoridade central.

Um bitcoin pode ser transferido por um computador ou smartphone sem recurso a uma instituição financeira intermediária. O conceito foi introduzido em 2009 por um programador com o pseudônimo de Satoshi Nakamoto que o chamou de sistema eletrônico de pagamento ponto-a-ponto (peer to peer).

Mais esclarecimentos no vídeo abaixo.
Observação: É necessário ativar Legenda em Português.


Essa nova moeda está se tornando cada vez mais popular. É possível, por exemplo, converter para Bitcoins quantias expressas em dólares americanos desde que conhecida sua cotação.
Por exemplo: no dia 01 de janeiro de 2014, a cotação do Bitcoin (cujo símbolo é BTC) abriu a 1 BTC = US$ 757,58 e oscilou entre um mínimo de 1 BTC = US$ 750,53 e um máximo de 1 BTC = US$ 774,26.


Redes Sociais X Mídias Sociais

Existe uma diferença pouco distinta por nós entre as expressões “redes sociais” e “mídias sociais”. Ambas já existem há algum tempo, mas, devido ao maior contato das pessoas com a internet, recentemente, os termos se tornaram mais populares e até se confundem.
O que há de comum entre eles é a palavra “social” que, de acordo com o dicionário, é aquilo que “diz respeito à sociedade”. O ser humano é um ser social que se comunica e interage para sobreviver. Na verdade, a REDE SOCIAL sempre existiu, pois é como as pessoas se expressam para outras e, as MÍDIAS SOCIAIS são as ferramentas ou canais que elas usam para isso.

A formação de uma comunidade ou sociedade já é uma rede social que, segundo o Wikipédia, é uma estrutura composta por pessoas e/ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações que partilham valores e objetivos comuns. As redes sociais são como um sistema que possibilita relacionamentos.

Já mídias sociais, são as ferramentas tecnológicas que permitem a comunicação de massa. Elas se referem aos meios de interação entre pessoas pelos quais criam, compartilham, trocam e comentam conteúdos em comunidades e redes virtuais. Nas mídias sociais se fala de muitos para muitos.

Mídias e Redes Sociais, se são diferentes, então, porque confundimos tanto? Porque uma complementa e está inserida na outra.

Resumindo:

Redes Sociais: São estruturas sociais formada por pessoas ou organizações, essas pessoas estão conectadas de muitas formas diferentes. Existem vários tipos de relação dentro das redes sociais (familiares, amizades, lazer, comerciais, sexuais etc.) e, nesse ambiente, é normal reunir pessoas com interesses em comum. Nas redes sociais elas podem expor seu perfil com seus dados suas fotos, vídeos e mensagem e também podem interagir com os demais integrantes criando comunidades e listas. Exemplos: Facebook, Orkut, Linkedin, MySpace.

Mídias Sociais: São as ferramentas que as pessoas usam para compartilhar conteúdo, visões, perspectivas, opiniões e perfis, facilitando a interação entre variados grupos de pessoas. Permitem a interação e a publicação de conteúdo por qualquer pessoa, Essas ferramentas incluem fórum, blog, podcasts, lifestreams, bookmarks, redes sociais, wikis     entre outros.

Abaixo um vídeo super legal sobre "Redes Sociais".